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terça-feira, 17 de março de 2015

Contos Clássicos: Rapunzel

contos-fadas-abertura1-315x175-e1413506499962O conto que trago hoje é um dos meus preferidos, não apenas por se tratar de uma princesa indefesa, presa em uma torre que acaba sendo salva pelo príncipe, mas por ser o conto mais inusitado de todos os outros, ou não? Além de tudo ela tem com cabelo enoooorme e eu sempre quis um cabelo gigante quando criança rs Minha primeira Barbie princesa foi a Rapunzel, um dos meus filmes favoritos da Disney é Enrolados... Resumindo? Tirando Alice no País das Maravilhas, Rapunzel mora no meu coração :D

Acreditam que todos conheçam o clássico dos irmãos Grimm mas, caso queira ler o conto antes de assistir ao vídeo, contamos a história aqui!

Aproveitem! :)

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domingo, 1 de março de 2015

Contos Clássicos: O Flautista de Hamelin

contos-fadas-abertura1-315x175-e1413506499962Eu não sei você mas, pra mim, domingo é dia de preguicinha no sofá com um pote enorme de pipoca quentinha do lado e se tiver uma chuvinha lá fora, então... perfeito! Hoje o dia está assim por aqui, e por aí?

Deu uma vontadezinha gostosa de assistir a mais um Conto de Fadas e o que escolhi pra gente hoje foi 'O Flautista de Hamelin' dos Irmãos Grimm. Já coloquei o conto escrito aqui pra vocês, também!

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Irmãos Grimm Homeland por Kilian Schoenberger

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Crescer com uma grande floresta atrás de sua casa fez com que Kilian Schoenberger se interessa-se ainda mais por paisagens misteriosas e seus esconderijos. O Fotógrafo alemão uniu suas duas paixões e utilizou essas paisagens e antigas histórias da sua terra natal para criar uma série de ilustrações fotográficas inspiradas nos contos dos Irmãos Grimm. Fotografado em áreas rurais remotas, do continente Europeu, O Fantástico mundo dos Irmãos Grimm (como eu entitulei) é dominado por imagens de nevoeiros assombrosos, árvores retorcidas e casas escuras que esperamos que sejam abandonadas. As fotografias de Kilian evocam o silêncio por trás de um susto, quando você espreita através das árvores e o sussurro só espera o cair de um galho para ecoar.

Seu trabalho, como fotógrafo, é incrível mas o que o torna ainda mais especial é o fato de que ele é daltônico. Antes de imprimir qualquer uma de suas fotografias, elas passam pela revisão de um colega de sua confiança, para garantir que as cores estejam ok! "As cores são sempre um jogo de azar pra mim" diz ele.
Porém, em seu trabalho com as florestas ele vê esse obstáculo como uma vantagem. Ele explica "Eu não tenho que me concentrar na separação singular das cores e assim, consigo me concentrar apenas na composição da imagem, para que ela fique sempre convincente"

Separando as cores ou não, suas fotos são imperdíveis e, realmente, muito convincentes. Um trabalho encantador e digno de minutos de observação! Ou vai dizer que você não fica tentando descobrir qual conto dos Grimm melhor se encaixaria em cada foto? rs

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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Rosa Branca e Rosa Vermelha dos Irmãos Grimm

goblesnowredUma pobre viúva vivia isolada numa pequena cabana. Em seu jardim havia duas roseiras: em uma florescia rosas brancas, e, na outra, rosas vermelhas. A mulher tinha duas filhas que se pareciam com as roseiras: uma chamava-se Rosa-Branca; a outra Rosa Vermelha. As crianças eram obedientes e trabalhadeiras. Rosa-Branca era mais séria e mais meiga que a irmã. Rosa Vermelha gostava de correr pelos campo: Rosa-Branca preferia ficar em casa ajudando a mãe. As duas crianças amavam-se muito e quando saíam juntas, andavam de mãos dadas...


Elas passeavam sozinhas na floresta, colhendo amoras. Os animais não lhes faziam mal nenhum e se aproximavam delas sem temor. Nunca lhes acontecia mal algum. Se a noite as surpreendia na floresta elas se deitavam na relva e dormiam.

Uma vez, passaram a noite na floresta e, quando a aurora as despertou, viram uma linda criança, toda vestida de branco sentada ao seu lado. A criança levantou-se, olhou com carinho para elas e desapareceu na floresta.

Então viram que tinham estado deitadas à beira de um precipício e teriam caído nele se houvessem avançado mais dois passos na escuridão. Contaram o fato à mãe que lhes disse ser provavelmente o anjo da guarda que vigia as crianças.

As meninas mantinham a choupana da mãe bem limpa. Durante o verão, era Rosa-Vermelha que tratava dos arranjos da casa e no inverno, era Rosa-Branca. Á noite, quando a neve caía branquinha e macia, Rosa-Branca fechava os ferrolhos da porta.

domingo, 15 de junho de 2014

Livro Contos dos Irmãos Grimm

Como prometido, cá estou eu trazendo alguns detalhes sobre o livro 'Contos dos Irmãos Grimm'!

O livro foi produzido pela editora Rocco e contém 53 contos originais dos Grimm, selecionados pela Dra. Clarissa Pinkola Estés.
Outro adendo bacana é que o livro possui um prefácio bem extenso, também feito pela Dra. Clarissa entitulado 'A Terapia dos Contos' que fala sobre alguns temas interessantes como: A influência dos contos de fadas em nossas vidas, o preconceito ao redor deles, a moral que os contos nos trazem e etc..

O livro é cheio de ilustrações - a capa é do conto 'O Príncipe Sapo' - feitas por Arthur Rackhan principal responsável pela concepção dos contos de fadas tal como os conhecemos hoje.

O livro possuí 310 páginas e os contos variam, desde os mais conhecidos como: Branca de Neve, Rapunzel, A gata Borralheira e A bela Adormecida. Até os menos conhecidos, porém interessantes da mesma forma.

Dá pra comprar no site da Livraria Cultura, por R$ 48,00!

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domingo, 8 de junho de 2014

Rapunzel, dos Irmãos Grimm

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Era uma vez um homem e uma mulher, que há muito tempo desejavam em vão ter uma criança. Finalmente eles tiveram esperança de que o bom Deus atenderia o seu desejo. O casal tinha no fundo da casa uma janelinha da qual se podia ver um formoso jardim, cheio de flores e ervas mas estava cercado por um muro alto, e ninguém se atrevia a entrar, porque ele pertencia a uma feiticeira que tinha muito poder e era temida por todo mundo.

Certo dia estava a mulher diante dessa janela, olhando para o jardim, quando viu um canteiro cheio dos mais lindos raponços, que são plantas de salada. Estavam tão viçosos e verdes, que ela sentiu o maior desejo de comer daqueles raponços. O desejo foi aumentando todos os dias, e como ela sabia que não podia consegui-los, começou a emagrecer e ficou pálida e tristinha. Então o marido ficou assustado e perguntou:
-O que te falta, querida mulher?
-Ai - respondeu ela - se eu não puder comer aqueles raponços do jardim no fundo da nossa casa, eu vou morrer.
O homem, que amava a sua mulher, pensou: "Antes de deixar minha mulher morrer, vou buscar um pouco daqueles raponços, custe o que custar".
Então ao entardecer, lá foi ele de novo, mas quando desceu do outro lado do muro, levou um susto enorme, pois deu com a feiticeira parada na sua frente.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

O Príncipe Sapo, dos Irmãos Grimm

[caption id="attachment_156" align="aligncenter" width="600"]Ilustração por Warwick Goble Ilustração por Warwick Goble[/caption]

Há muito tempo, quando os desejos funcionavam, vivia um rei que tinha filhas muito belas. A mais jovem era tão linda que o sol, que já viu tantas maravilhas, ainda assim ficava atônito sempre que iluminava seu rosto. Perto do castelo do rei havia um bosque grande e escuro no qual havia um lagoa sob uma velha árvore. Quando o dia era quente, a princesinha ia ao bosque e se sentava junto à fonte. Quando se aborrecia, pegava sua bola de ouro, a jogava alto e recolhia. Essa bola era seu brinquedo favorito. Porém aconteceu que uma das vezes que a princesa jogou a bola, esta não caiu em sua mão, mas sim no solo, rodando e caindo direto na água. A princesa viu como ia desaparecendo na lagoa, que era profunda, tanto que não se via o fundo. Então começou a chorar, mais e mais forte, e não se consolava e tanto se lamenta, que alguém lhe diz:

- Que te aflige princesa? Choras tanto que até as pedras sentiriam pena.
Olhou o lugar de onde vinha a voz e viu um sapo colocando sua enorme e feia cabeça fora d’água.
- Ah, és tu, sapo - disse - Estou chorando por minha bola de ouro que caiu na lagoa.
- Calma, não chores -, disse o sapo – Posso ajudar-te, porém, que me darás se te devolver a bola?

segunda-feira, 2 de junho de 2014

O Flautista de Hamelin, dos Irmãos Grimm

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Há muito, muitíssimo tempo, na próspera cidade de Hamelin, aconteceu algo muito estranho: uma manhã, quando seus gordos e satisfeitos habitantes saíram de suas casas, encontraram as ruas invadidas por milhares de ratos que iam devorando, insaciáveis, os grãos dos celeiros e a comida de suas bem providas despensas.
Ninguém conseguia imaginar a causa de tal invasão e, o que era pior, ninguém sabia o que fazer para acabar com tão inquietante praga.
Por mais que tentassem exterminá-los, ou ao menos afugentá-los, parecia ao contrário que mais e mais ratos apareciam na cidade. Tal era a quantidade de ratos que, dia após dia, começaram a esvaziar as ruas e as casas, e até mesmo os gatos fugiram assustados.
Ante a gravidade da situação, os homens importantes da cidade, vendo perigar suas riquezas pela voracidade dos ratos, convocaram o conselho e disseram: "Daremos cem moedas de ouro a quem nos livrar dos ratos."
Pouco depois se apresentou a eles um flautista taciturno, alto e desengonçado, a quem ninguém havia visto antes, e lhes disse: "A recompensa será minha. Esta noite não haverá um só rato em Hamelin".
Dito isso, começou a andar pelas ruas e, enquanto passeava, tocava com sua flauta uma melodia maravilhosa, que encantava aos ratos, que iam saindo de seus esconderijos e seguiam hipnotizados os passos do flautista que tocava incessantemente.
E assim ia caminhando e tocando, levou-os a um lugar muito distante, tanto que nem sequer se poderia ver as muralhas da cidade.
Por aquele lugar passava um caudaloso rio onde, ao tentar cruzar para seguir o flautista, todos os ratos morreram afogados.
Os hamelineses, ao se verem livres das vorazes tropas de ratos, respiraram aliviados. E, tranqüilos e satisfeitos, voltaram aos seus prósperos negócios e tão contente estavam que organizaram uma grande festa para celebrar o final feliz, comendo excelentes manjares e dançando até altas horas da noite.
Na manhã seguinte, o flautista se apresentou ante o Conselho e reclamou aos importantes da cidade as cem moedas de ouro prometidas como recompensa. Porém esses, liberados de seu problema e cegos por sua avareza, reclamaram: “Saia de nossa cidade! Ou acaso acreditas que te pagaremos tanto ouro por tão pouca coisa como tocar a flauta?".
E, dito isso, os honrados homens do Conselho de Hamelin deram-lhe as costas dando grandes gargalhadas.
Furioso pela avareza e ingratidão dos hamelineses, o flautista, da mesma forma que fizera no dia anterior, tocou uma doce melodia uma e outra vez, insistentemente.
Porem esta vez não eram os ratos que o seguiam, e sim as crianças da cidade que, arrebatadas por aquele som maravilhoso, iam atrás dos passos do estranho músico. De mãos dadas e sorridentes, formavam uma grande fileira, surda aos pedidos e gritos de seus pais que, em vão, entre soluços de desespero, tentavam impedir que seguissem o flautista.
Nada conseguiram e o flautista os levou longe, muito longe, tão longe que ninguém poderia supor onde, e as crianças, como os ratos, nunca mais voltaram.
E na cidade só ficaram a seus opulentos habitantes e seus bem repletos celeiros e bem cheias despensas, protegidas por suas sólidas muralhas e um imenso manto de silêncio e tristeza.
E foi isso que se sucedeu há muitos, muitos anos, na deserta e vazia cidade de Hamelin, onde, por mais que se procure, nunca se encontra nem um rato, nem uma criança